MONOTONICO

novo endereço.

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O Daniel me deu essa ótima dica, o tumblr. Uma mistura de wordpress (as possibilidades de postagem) com twiiter (a rapidez e praticidade). Então, atualizem seus bookmarks.

http://monotonico.tumblr.com

Escrito por André

agosto 8, 2008 em 11:20 am

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Mega Man 9 to flicker like it’s 1987

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We’re beginning to suspect Capcom of tapping our phones, intercepting our emails, and reading our diaries. After learning that it would be possible to play Mega Man 9 using an NES controller (via an adaptor), we foolishly believed that the Blue Bomber’s WiiWare comeback could not be any more faithful to Mega Man‘s 8-bit roots. We were wrong.

Capcom’s Hironobu Takeshita has revealed that Mega Man 9 will even deliberately recreate bugs found in the first Mega Man titles during the late-1980s — including the legendary flickering of sprites that plagued the games when the on-screen action became too much for the host platform to handle. You can see some of this flickering in the Mega Man 2 video above.

Though sprite flicker will be optional in Mega Man 9, it fascinates us that Capcom would go to the effort of imitating acknowledged flaws, purely for the sake of authenticity. It is madness, and we love it.

(via WiiFB)

Escrito por André

agosto 5, 2008 em 11:10 am

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info exame

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Numa daquelas idas desesperadoras à bancas de cidade pequena, comprei a única revista interessante que tinha pra ler na viagem de volta a SP: a Info Exame, que não lia há anos. E sem muita surpresa, vi que ela continua uma merda. Matérias que só interessam a nerds que trabalham com TI a domicílio. As duas únicas notas sobre a Apple eram: “agora o Mac OSX não é mais imune a vírus, seus usuários não vão poder mais falar, de peito estufado, que isso é coisa de Windows”, e outra nota sobre os “quilos a mais” do Steve Jobs na última keynote da empresa. Eu digo o seguinte: bando de gordos de caneta no bolso da camisa paga-paus de Windows e seus “pacotes”.

Escrito por André

agosto 4, 2008 em 2:25 pm

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nacho 3-peppers burnout edition

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- 1 Kg de patinho moído duas vezes
- 2 cebolas picadas
- 6 colheres sopa de óleo
- 2 pacotes (grandes) de Doritos
- 200 g de queijo cheddar
- 150 g de parmesão fresco ralado
- 4 colheres sopa de molho inglês
- Sal
- Ervas Finas
- Manjerona
- Orégano
- 1/2 linguiça calabresa
- 1 pimentão vermelho
- Pimenta malagueta
- Pimenta dedo-de-moça
- Pimenta vermelha

Para o sour cream:
- 1 caixinha de creme de leite
- 1 pote (200g) de cream cheese
- 2 colheres sopa de vinagre branco
- Suco de 1/2 limão

Prepare o sour cream batendo o creme de leite, o cream cheese, o vinagre e o limão no liquidificador até ficar homogêneo. Reserve na geladeira.

Numa panela grande, refogue e doure a cebola no óleo. Acrescente a carne e a linguiça e frite bem. Coloque o sal (a gosto), o molho inglês, as ervas e as pimentas (a gosto). Quando estiver pronto, reserve.

Numa travessa, unte as bordas com margarina. Coloque a carne e deixe-a com a superfície reta com a ajuda de uma colher ou espátula. Por cima da carne, coloque o sour cream, novamente deixando com a superfície reta. Em seguida, coloque o cheddar e por fim salpique o parmesão ralado. Coloque alguns doritos em volta de tudo (a margarina é pra ele não grudar). Leve ao forno pré-aquecido em 180 graus por cerca de 15 ou 20 minutos. Sirva com os doritos, tequila e tabasco (caso não esteja apimentado o suficiente, e se você não tiver problemas com hemorróidas).

Nota: a receita original leva apenas uma pimenta, que é o chili em pó. Como em SP só dá pra achar chili bom no mercadão, acabou ficando com três outras pimentas (que, na minha opnião, são bem mais saborosas que o chili).

Escrito por André

julho 27, 2008 em 2:10 pm

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gravando.

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A princípio culpei o “bloqueio criativo” o fato de há meses eu não parar um pouco pra fazer uma das três coisas que mais gosto na vida: música. Depois, culpei a preguiça e em seguida a falta de espaço (tenho atulhados em uma mesa de pouco mais de um metro de largura: notebook, monitor externo, teclado, mouse, controlador midi, caixas de som, fone de ouvido, telefone, camera e roteador. Daí que lembrei que as últimas músicas que vinha fazendo com o Color TV eram justamente na frente do computador, onde passo mais da metade do dia trabalhando. Fiz o teste na noite de ontem: desliguei tudo, peguei (ou melhor: ressuscitei) o violão e meu velho caderninho de letras e sentei no sofá. Saíram em pouco mais de meia hora duas canções (títulos provisórios: “In the distant future” e “Leaving the room”) e uma instrumental. De brincadeira, fiz uma versão em inglês de “Poeira”, clássico que ficou famoso na voz de Sérgio Reis. E não é que ficou legal?

Enfim, em breve vou disponibilizar aqui um disco novo do Black Barn Music, que ainda terá 1/2 McQuade nele, já que o Vini se prontificou a gravar baterias. Let the good’ol times roll.

Escrito por André

julho 20, 2008 em 4:48 pm

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receita de bloody mary (de pobre)

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- Uma caixinha de extrato de tomate batida com água no liquidificador (até ficar com textura de suco de tomate).

- Pegue qualquer recipiente para líquidos de plástico com uma tampa. Pronto, você economizou 50 reais numa coqueteleira.

- Misture 3 partes do extrato + água com 1/2 parte de vodka.

- Acrescente uma espirrada de molho inglês, seis espirradas de condimento de pimenta (normalmente seriam duas espirradas de tabasco, mas custa 15 reais o vidrinho). Bote três pedras de gelo, sal e limão a gosto e agite bem.

- Se quiser impressionar alguém, decore com talos de salsão e tomates cereja.

Depois de umas duas ou três tentativas, não fica nada a dever a um bloody mary de quinze reais.

Escrito por André

junho 26, 2008 em 3:57 pm

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wii

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Antigamente, o que ditava regra entre videogames era qualidade gráfica. Fãs da Nintendo na era 8-bit insistiam que Super Mario 3 era muito mais bem feito e complexo do que todos os Alex Kidd juntos, e fãs da Sega faziam questão de lembrar que o Master System tinha maior quantidade de cores e um chip de som FM (seja lá que porra fosse FM). No final das contas, apesar de ter jogos melhores e mais variados, a Nintendo saía perdendo. Aí, na quarta geração, a coisa virou de lado: o Super Nintendo deixava o Mega Drive no chinelo em todos os quesitos: tinha hardware superior (com possibilidade de zoom e vários canais de som), e uma lista de jogos incluindo títulos que se tornariam clássicos instantâneos, como Super Mario World e Donkey Kong Country. Na geração seguinte a Sony resolveu entrar na jogada e botou seu PlayStation na roda, que explodiu em popularidade e lançamento de títulos (estima-se que sejam mais de mil), fazendo gato e sapato da Nintendo e da Sega. A Nintendo ficaria a ver navios durante longos (e duros) anos e a Sega se limitaria a fabricar videokes e a desenvolver novos títulos do mascote Sonic para outros sistemas (incluindo os da outrora arqui-rival Nintendo).

Depois de fraquíssimas vendas dos sistemas Nintendo 64 e do Game Cube, todos se perguntavam o que seria da Nintendo. Enquanto os sistemas da Sony e da (então emergente no mundo dos games domésticos) Microsoft – com o XBox – eram direcionados para o faminto público de hardcore gamers, a Nintendo era criticada por pensar apenas nos casual gamers, pouco se importando em desenvolver gráficos à altura dos sistemas “inimigos” ou então não dando a mínima para jogabilidade online. Mas o problema é que o Nintendo 64, por ser um sistema particularmente difícil para as fabricantes desenvolverem, contou com poucos títulos de expressão (a maioria dos bons títulos era da própria Nintendo) e o Game Cube não se definia como console familiar ou console pro nerd solitário que passa horas na frente da TV.

Foi preciso uma simples idéia para a Nintendo voltar ao topo: voltar ao passado. E que passado é esse? O passado em que jogar videogame se resumia a duas coisas: diversão e competição. O primeiro Odyssey da Magnavox foi lançado como uma versão eletrônica dos jogos de tabuleiro tipo damas ou gamão. Partindo desse princípio, Shigeru Miyamoto e sua equipe decidiram desenvolver um sistema definitivamente voltado para os tais casual gamers. Mas a coisa não seria a toa: com o lançamento, viria junto uma revolução nos consoles domésticos: um controle sensível a movimentos, que pudesse reproduzir na tela todos os movimentos do jogador. Adeus ao joystick ou gamepad e ao costume de jogar deitado, mexendo apenas os dedos. A palavra de ordem era “ação”.

Com o Wii, em 2006, a Nintendo acabou surpreendendo o mundo (e a si mesma) ao liderar as vendas de consoles, batendo a Microsoft e deixando a Sony a ver navios (seu PS3 é até hoje alvo de críticas e piadas, devido ao famoso “passo maior que as pernas”). Com o Wii, a Nintendo conseguiu o fato mais nobre da história dos videogames nos últimos vinte anos: fazer adultos, velhos e mulheres voltarem a jogar videogame. Mas enquanto os hardcore gamers criticavam a dona do Donkey Kong por ficar desenvolvendo apenas joguinhos de ping pong, eis que surgem:

Super Mario Galaxy.
Zelda: Twilight Princess.
Mario Kart.

Isso só citando os clássicos lançados em todo sistema da Nintendo desde o Super Nes. As altas vendas do Wii acabou levando a Rockstar a lançar versões de Bully e Manhunt 2 para o console, que também teve seu controle transformado em mira com versões de House of the Dead e Medal of Honor. Tudo com direito a sangue esguichando e membros decepados, contrariando a fama de “videogame familiar” que o Wii carregava consigo. No final, o console virou um videogame casual com títulos hardcore. Quem vê o console, minúsculo e branco, não imagina que ele pode comportar um jogo desse naipe.

Depois que troquei meu PS2 num PSP, jurei pra mim mesmo que seria meu último videogame. O máximo que eu compraria seria um Nintendo DS, justamente pelo lance de ser portátil e eu poder jogar videogame no ônibus ou na fila do banco. Mas, mesmo sem nunca ter jogado Wii, não aguentei e acabei comprando um nessa semana lá no Paraíso da Muamba – a Galeria Pajé. Peguei um console destravado com modchip e um par de controles a mais. Por enquanto tenho apenas o Wii Sports (que veio junto) e o sensacional Excite Truck, que reproduz com fidelidade a emoção dos simuladores de carro anti-gravidade dos arcades. Mario Kart e Galaxy estão vindo pelo torrent, e aí o bicho vai pegar.

Escrito por André

junho 22, 2008 em 10:27 pm

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big ideas: don’t get any

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O melhor remix de todos os tempos. Gracias, Perdido.

Video by James Houston
jim@1030.co.uk
——–

I’m a student graduating from the Glasgow School of Art’s visual communication course in a few days. This is my final project.

Radiohead held an online contest to remix “Nude” from their album – “In Rainbows” This was quite a difficult task for everybody that entered, as Nude is in 6/8 timing, and 63bpm. Most music that’s played in clubs is around 120bpm and usually 4/4 timing. It’s pretty difficult to seamlessly mix a waltz beat into a DJ set.

This resulted in lots of generic entries consisting of a typical 4/4 beat, but with arbitrary clips from “Nude” thrown in so that they qualified for the contest.

Thom Yorke joked at the ridiculousness of it in an interview for NPR radio, hinting that they set the competition to find out how people would approach such a challenging task.

I decided to take the piss a bit, as the contest seemed to be in that spirit.

Based on the lyric (and alternate title) “Big Ideas: Don’t get any” I grouped together a collection of old redundant hardware, and placed them in a situation where they’re trying their best to do something that they’re not exactly designed to do, and not quite getting there.

It doesn’t sound great, as it’s not supposed to.

I missed the contest deadline, so I’m offering it here for you to enjoy.

Sinclair ZX Spectrum – Guitars (rhythm & lead)
Epson LX-81 Dot Matrix Printer – Drums
HP Scanjet 3c – Bass Guitar
Hard Drive array – Act as a collection of bad speakers – Vocals & FX

Escrito por André

junho 19, 2008 em 11:45 am

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nisso que dá gozar com o pau dos outros

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É notícia atrasada e nem sei se tá rolando de verdade, mas não poderia deixar de comentar aqui: depois de ser perseguido e ter sua cabeça suja com uma meleca pelo povo do Pânico na TV, Wagner Moura mobilizou elenco e equipe da Globo a promoverem um boicote contra a Rede TV. Um email foi repassado a todos, pedindo que fujam das câmeras da emissora do marido da Luciana Gimenez e, caso a câmera os peguem, que não abram a boca pra falar um “a”. É difícil, mas caso isso realmente se concretize, não seria exageiro dizer que é o fim da “TV que mais cresce com você”. Afinal, TV Fama vive de globais. Bom Dia Mulher vive de globais. E por aí vai. Por mais que os chefões da emissora tentem passar a imagem de que é um canal seletivo e diferente, um “canal a cabo na rede aberta” como já li numa entrevista, a Rede TV não tem um público fiel. É um canal de zapping. Como alguns sabem, já trabalhei lá. E o lema meio que é: deixe sempre algo interessante e chamativo na tela. O “interessante e chamativo” pode ser desde a doença crônica de um ex-Big Brother até a milionésima matéria sobre o Caso Isabella. Se o espectador, em sua miserável manhã de terça desempregada na frente da TV, estiver zapeando sem saber o que assistir, há uma boa chance de que ele pare na frente de uma chamada do tipo “Confira as Maiores Traições Entre os Famosos!”. E é esse tipo de merda que mais dá ibope, como todos sabemos.

Nessa mesma entrevista que li com um dos chefões da emissora, ele espinafrava o Big Brother, dizendo que já era coisa do passado. Mas, durante a etapa final da última edição do reality show, um quadro do Bom Dia Mulher chamado “Tele-news” foi rebatizado de “Big-News”. Cuspir no prato onde se come é feio, meus pais me ensinaram e meus avós ensinaram a eles.

O que dizer então da tentativa frustrada de teledramaturgia da emissora, com a mais que infeliz idéia de refilmar, com atores brasileiros e argentinos (dublados) a série americana “Desperate Housewives”? De quem foi a brilhante idéia de substituir Teri Hatcher por Lucélia Santos? A própria equipe da produção ria da coisa. O diretor (ou produtor, não me lembro), em entrevista à Veja, meio que disse, “as atrizes não são grande coisa, mas são dignas”.

Sei que tudo pode parecer carranquice da péssima experiência que tiver por lá, mas não é. Essa opnião é a mesma desde sempre. A Rede TV é motivo de piada desde a infame conclusão da última Copa do Mundo, feita por um tresloucado Fernando Vannucci.

E é por isso que, hoje em dia, TV aberta pra mim se resume ao ótimo CQC da Bandeirantes. Isso quando eu lembro que existe. Já que não tenho GNT pra ver aqueles maravilhosos programas europeus de culinárias, e minhas séries preferidas eu confiro em DivX.

Afinal, ainda existem tantos filmes bons esperando para serem vistos, não é?

Escrito por André

junho 11, 2008 em 11:25 am

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anyone can be a dj

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Esse fim de semana fui pro aniversário dum grande amigo, lá em São José do Rio Pardo. Rancho, bebida e churrasco. Em cima da velha mesa de sinuca, duas CD-J e um mixer pionner fodão. Depois da décima lata, meu amigo me chamou pra ir lá brincar na aparelhagem e fui na hora. Sempre tive curiosidade de conhecer a técnica de mixagem (só conheço via computador/Ableton Live). Tinham também duas pickups Technics, mas aí já era querer demais. Depois da terceira tentativa, comecei a pegar o jeito (não é tão diferente da mixagem ao vivo no computador, já que o processo é o mesmo – acertar BPM, equalizar e pensar em que momento soltar a próxima música, em corte seco ou mixando aos poucos via crossfade). Meu gozo maior foi sair de Aril Brikha (Ex-Machina) direto pra Underground Resistance (Amazon). Nego me chamava e eu nem escutava. Brincar com música é sempre muito bom. Espero repetir a dose algum dia.

Fotos do estrago aqui. Underground dance music na veia, mano.

Escrito por André

junho 10, 2008 em 11:51 pm

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